domingo, 23 de abril de 2017

Top Hits Motel

TOP HITS
AO VIVO NO MOTEL



Músicas e frases românticas para você curtir com seu amor

com Didja

Todos os dias das 0:00 hs às 04:00 hs e 13:00 hs às 14:00 hs

visite também a Loja do Motel e nossa página no Facebook

domingo, 2 de abril de 2017

Estudo rebate mito de que mulheres mais velhas não gostam de sexo

Você já deve estar familiarizada com a máxima de que as mulheres de meia idade não gostam de sexo tanto quanto as mais jovens. Mas Holly Thomas discorda. Em um novo estudo, ela e outros co-autores comprovam que as mulheres de meia idade que são sexualmente ativas permanecem deste jeito. As informações são do site Huffington Post.

Fatores como idade e menopausa não mostraram impacto na vida sexual das mulheres mais velhas






Foto: Getty Images






Para a especialista, da University of Pittsburgh Medical Center, o conceito tem viés cultural. “A cultura nos diz que isso (sexo) é algo que pelo qual as mulheres mais velhas não devem se interessar”, observa. A pesquisa de Holly envolveu 602 mulheres, heterossexuais em sua maioria, com idades entre 40 e 65 anos quando o estudo foi iniciado – no ano de 2005.
Todo ano, elas respondiam um questionário sobre a saúde, o status da menopausa e os sintomas, a atividade sexual (variando entre beijos até a relação sexual) e as características demográficas, como se eram casadas ou se estavam em uma relação estável. No quarto ano do estudo, as mulheres completaram um breve questionário chamado Female Sexual Function Index (FSFI), em tradução livre, Índice da Função Sexual Feminina.
Avaliando a importância do sexo 
Holly e os outros especialistas envolvidos no estudo perguntaram às mulheres qual a importância do sexo em suas vidas. Dois terços delas no ano quatro disseram que eram sexualmente ativas, então, elas formaram o grupo base do estudo. Quatro anos depois, 85% deste grupo disse que permaneceram sexualmente ativas.
Ser branca, ter um baixo índice de massa corporal e dar grande importância para o sexo também são fatores associados à manutenção da vida sexual. “A idade e se ela passou pela menopausa não parecem ser importantes para as mulheres continuarem a fazer sexo”, diz Thomas. “Ficamos surpresos ao descobrir isso”, completou.
Ampliando definições 
Holly afirma que outros aspectos do sexo passam a ser mais importantes para as mulheres com a idade. “Eu acho que é importante manter uma definição ampla quando olhamos para a função sexual desta população.” Ela e os demais autores do estudo afirmam que, ao passo que as mulheres envelhecem, o beijo e os toques mais íntimos se tornam mais importantes do que a relação sexual com penetração.
Mulheres em menopausa ou pós-menopausa pontuam menos no questionário devido às alterações hormonais, do fluxo sanguíneo, músculos e nervos, que podem tornar a relação sexual mais dolorida. Em um artigo publicado este mês no jornal Climacteric, Rossella Nappi, da Gynecological Endocrinology and Menopause Unit da University of Pavia, na Itália, escreve que cerca de metade das mulheres na pós-menopausa sentem desconforto vaginal atribuído a uma condição crônica chamada atrofia vulvovaginal. Os sintomas incluem ressecamento da área e sensação de ardência. Infelizmente, a consciência sobre a condição é baixa entre as mulheres, apesar de causar um “impacto significativo sobre a saúde sexual e qualidade de vida”, descreve a especialista.
Sexo é bom para você 
Tratamentos efetivos e seguros para lidar com estes problemas estão disponíveis, escreve Rossella. Nos Estados Unidos, eles incluem estrogênio vaginal e ospemifene, uma pílula aprovada no ano passado pela Food and Drug Administration e vendida sob o nome Osphena.
Holly afirma que ela e os demais autores do estudo querem “enfatizar que só porque uma mulher de meia-idade vai ao médico com uma queixa sexual, o médico não deve automaticamente dizer que é uma parte normal do envelhecimento”, reforça.
Ela acredita que a questão mais importante do estudo é ajudar as pessoas a compreenderem que a vida sexual é uma parte importante da saúde física e mental. "Aquelas que são sexualmente ativas tendem a viver mais tempo e ter uma melhor qualidade de vida", finalizou.
Fonte : Terra

quinta-feira, 23 de março de 2017

RELACIONAMENTOS - O QUE BUSCAMOS NO OUTRO?


RELACIONAMENTOS - O QUE BUSCAMOS NO OUTRO?
(Por: Paulo Roberto Dantas)

Com frequência ouço pessoas que estão procurando um parceiro, um companheiro e quando tentado a perguntar o “por que”, ouço um “para que”. A resposta é muitas vezes: “para dividir problemas”. Porém, observo que os relacionamentos não se estabelecem com esta premissa.
Percebi ainda, que pessoas que já se estabeleceram profissionalmente e já passaram por relacionamentos, a busca é por alguém para dividir prazeres e, pelo incrível que pareça, é até um pouco mais difícil. É incrível, mas a dificuldade pode se apresentar maior para encontrar alguém para dividir prazeres do que problemas.
É bom lembrar que num relacionamento não se divide, soma-se. Se a busca se baseia em problemas, estes não serão divididos, mas somados. Se tens um problema e pensa em alguém para dividir, corre-se o risco de continuar com eles e adquirir o do outro.
Isso se dá porque depois de algum tempo normalmente aprendemos a conviver com muita das nossas limitações, ou os chamados “problemas”, se não quando já os resolvemos de alguma forma.
Relacionamentos não surgem para solucionar, esquecer ou fugir de algo que não conseguimos sozinhos. Tão pouco para aplacar a solidão que sentimos quando estamos só, mas poderá nos alimentar melhor quando sentimos a solidão mesmo estando cercado de pessoas. Relacionar é participar, é completar. Não é a busca de uma vida nova, mas o alcance da plenitude do que já vivemos de bom, é enriquecer um caminho que já vínhamos trilhando.
Tenho assistido muitos casamentos ultimamente, principalmente pelo fato de meus sobrinhos, e filhos de primos, que tem pouca diferença um do outro, alcançarem a idade que normalmente se contrai o matrimônio. Conheço as cerimônias de casamentos em algumas religiões. Creio que os noivos devem estar nervosos suficiente para não se ater nas palavras proferidas pelo interlocutor da igreja na celebração do casamento.
A impressão que me dá é que ali ambos os noivos estão contraindo uma “dívida”, que tem que ser saldada de qualquer forma, na saúde ou na doença, na alegria e na tristeza. Alguns até exemplificam que haverá brigas, desavenças, mau humor, etc. Acho inclusive muito semelhante quando alguém tem um filho, comumente e infelizmente, naquele apogeu de alegria que permeiam os jovens pais logo após o nascimento do esperado filho ouvem dos amigos: “acabaram suas noites de sossego, agora você vai ver como é difícil criar alguém”. E, se após um ano ou dois, você disser que seu procedente é comportado e não dá trabalho, pode ainda ouvir: “por enquanto, vai ver na adolescência”. E, se na adolescência, ele (ou ela) ainda não der preocupações suficiente, poderá ouvir: “vais ver na juventude”. Forma estranha esta de saudar uma dádiva que é a maternidade e paternidade.
Enfim, relacionamentos não são para resolver problemas, mas potencializar o prazer.
Paulo R Dantas

Fonte : Facebook

quarta-feira, 15 de março de 2017

OBSESSÃO MASCULINA POR PRÁTICA A N A L PODE REVELAR HOMOSSEXUALIDADE ENRUSTIDA DIZ ESTUDO

Para muita gente o sex0 an@l ainda é um tabu muito grande. O assunto, por ser pouco comentado, por causa de preconceitos, vive cercado de muitas dúvidas e alguns mitos. Mas enfim, há mulheres que adoram e outras que sequer pensam em tentar; e também há homens que adoram e vivem tentando e outros acabam por sempre praticarem de acordo com a vontade ou não de suas parceiras.
Neste artigo vamos tratar sobre uma pesquisa divulgada na edição de março pela revista Nature, comandada pela Doutora Mary Collins Scheer que diz que ” o homem ao investir em sexo anal, ou seja na posição corporal em seu inconsciente está projetando imagens de homens sendo s0d0mizad0s”. S0d0mizar = Cometer o ato com agressividade, mais praticado por homens mesmo.

12804485_1111964695502469_43713270_n
O que não falta na pesquisa da Doutora Mary, são polêmicas e espanto pelo contexto em si, que insiste em provar que este ato tanto insistido ou desejado pelos homens, nada mais é do que um ato h0m0ssexual enrustido dentro deles!
A Dra. Mary afirma categoricamente em sua tese, que esses homens que se dizem 100%  héteros e que praticam com frequência ou esboçam o desejo de praticar este ato, na verdade, eles estão transmitindo mensagens subliminares por estarem em conflito com a sua orientação sexu@l, ou seja, “la no fundo” não são 100% héteros.
Para a Dra. Scheer “o ato an@l possui um simbolismo de negação da anatomia feminina da parceira. É uma manifestação do inconsciente que projeta na fantasia  da circunstância homens no lugar onde está a mulher”.

12324939_1111962795502659_1450207964_n
O estudo ainda aponta que existe uma repressão de desejos da parte do homem, fazendo não ter a coragem o suficiente para assumi-los, incluindo requintes de crueldade, então que a mulher o viva por ele!
E para finalizar, a pesquisadora, recomenda que as mulheres criem um ambiente de diálogo transparente entre o casal para que os homens possam se sentirem livres para assumir e viver os desejos sem o complexo de castração enrustido.Caso seu parceiro a assedie muito com este pedido sugira a ele um mé.n.a.ge masculino e crie ambiente para ele se permitir experimentar a alteridade na relação.
Fonte :  Menina de Argola

domingo, 12 de março de 2017

PESQUISA APONTA: MULHERES GORDINHAS SÃO MELHORES DE CAMA DO QUE AS MAGRAS

A fabricante de camas Silent Night, financiou uma Pesquisa que descobriu que os Homens acham que mulheres Gordinhas são mais boas de cama do que as magras.
Gordinhas neste estudo, quer dizer toda mulher que estão acima do peso, dos padrões estéticos de beleza do mundo da moda e da televisão.
O Estudo apontou que 89% dos homens pensam que ter uma parceira gordinha, é uma ideia que os encanta.
Mas a preferência não é só dos homens; 68% das Mulheres pesquisadas, disseram que homens pesados são melhores no Sexo.


No Estudo, os Pesquisadores também descobriram que as Gordinhas, fazem 5 vezes mais peripécias do que as magras na Cama.
Outra Pesquisa, feita pelo neurocientista Steven PlateK, do Georgia Gwinnet College, USA, descobriu que quando os homens olham para uma Mulher Curvilínea, ativa no seu cérebro, a mesma área que também é ativada, quando se está sob o efeito de droga ou álcool.
Durante a Tomografia Computadorizada, foram distribuídas fotos de mulheres magras e gordinhas. As gordinhas ativaram mais a área ligada ao Sentimento de Recompensa.
Segundo os cientistas, as curvas das Mulheres, estão diretamente associadas à fertilidade, geração de filhos e menor incidência de doenças.
O Estudo apontou que corpos roliços, ativam áreas cerebrais que concentram a atenção do Homem a Mulheres com potencial de serem boas reprodutoras.
Os cientistas disseram que mudanças na massa corporal somente ativam áreas associadas à Apreciação Visual e não à sensualidade.
Agora Você sabe. Antes de Começar a fazer dieta, pense bem se não vai perder junto com os quilinhos extras.

quarta-feira, 1 de março de 2017

Sex Shop e os preconceitos sociais

Os preconceitos sociais são muitos e variam do lojista até o consumidor. Evite os estereótipos eróticos e quebre os paradigmas para maximizar as vendas

Quem trabalha com produtos eróticos sabe que existe uma dificuldade natural: o preconceito social. Com isso, as vendas de um Sex Shop caem, a abordagem com o cliente torna-se mais difícil, e até mesmo a utilização de um produto erótico, que poderia ser muito boa, é comprometida. Em outras palavras, significa que o preconceito social sobre o sexo limita, e muito, a liberdade das pessoas quanto à utilização de produtos eróticos. E se você trabalha nesse ramo, deve saber como driblar e lidar com esses preconceitos.
Primeiramente, é importante entender que o preconceito pode começar por parte do próprio lojista, por isso é bom ficar atento a isso. Neste artigo, a Milli vai te mostrar quais são as principais formas de preconceito no mundo erótico, como driblar esses problemas, deixar o cliente cada vez mais confortável e maximizar as vendas em sua loja – tudo isso de forma humanitária, colocando a necessidade do cliente em primeiro lugar, sem pré-julgamentos. Acompanhe.
  1. O preconceito do lojista
  2. O preconceito com a mulher no mundo erótico
  3. Estereótipos e paradigmas do mundo erótico

1. O preconceito do lojista

Alguns lojistas, ou pessoas que vendem produtos eróticos nas ruas, adotam uma postura que só reforça os preconceitos e prejudica as vendas. Por exemplo, não é porque você vende produtos eróticos que deve se vestir de forma mais ousada.  Se você já costuma se vestir de maneira mais ousada, com decotes, espartilhos, corselets etc., tudo bem. Mas não force isso só para passar uma imagem que tenha a ver com o seu produto.
Pelo contrário, aja naturalmente. Vender mercadorias eróticas é como vender qualquer outro tipo de produto. Se você colocar na cabeça que está vendendo algo diferente, mais delicado - e, por isso, precisa se comportar de maneira diferente -, tenha certeza que só fará com que os preconceitos aumentem.
Sexo é normal e natural. Vender produtos eróticos é como vender queijo, geladeira ou produtos para maquiagem, não faça distinção, seja você, seja um bom vendedor e não alimente preconceitos.
Para ter uma ideia, se começar a agir de maneira diferente, isto é, com roupas e linguajar mais ousados, de maneira antinatural, fará com que as pessoas criem um estereótipo sobre vendedores de produtos eróticos, logo, até os produtos se tornarão parte desse estereótipo, como explicaremos mais adiante.
O ponto é: agir de forma antinatural só para vender só aumenta os preconceitos que circundam o mundo das mercadorias eróticas. Evite agir dessa maneira. Isso faz com que frases como “Nossa, trabalha vendendo vibradores? Safadinho, hein” ou “Trabalha num Sex Shop? Você gosta, né?” sejam cada vez mais frequentes. Muitos vendedores não percebem, mas esses preconceitos são reforçados, muitas vezes, pelos próprios lojistas.

2. O preconceito com a mulher no mundo erótico

Se o preconceito já existe no lojista, imagina então em outros segmentos sociais, como no consumidor, por exemplo? E, acredite, a mulher ainda é a que mais sofre com isso, apesar de ser a que mais frequenta Sex Shops. É justamente por esse motivo que o lojista deve ter a habilidade de “blindar” a mulher nesse momento.
Não tem jeito, embora tenhamos evoluído como sociedade, são poucas mulheres que se sentem à vontade para entrar num Sex Shop e comprar um vibrador, ou um facilitador anal, por exemplo. A própria mulher se sente envergonhada – fruto de um preconceito que não deveria existir.
Em detrimento desse problema, é que as vendas online de produtos eróticos têm crescido absurdamente. Muitas mulheres se sentem mais seguras e, pior, anônimas comprando online. O mesmo também acontece com muitos homossexuais. Homens héteros também passam por esse preconceito, mas são a grande minoria.
Fato é: existe um tabu sobre o sexo, que diz que o sexo é um ato estritamente reservado, particular. Qualquer exposição, por mínima que seja, já é o suficiente para ativar preconceitos sociais. Todo lojista que trabalha com o mundo erótico sabe disso. Contudo, as mulheres ainda sofrem um preconceito a mais, pois vivemos numa sociedade com costumes machistas. Não é segredo que a promiscuidade é menos repudiada, socialmente, quando praticada pelo homem. Então...

O que fazer?

Se você vende produtos eróticos, viverá uma constante batalha contra estereótipos e paradigmas sociais. Precisará lutar contra esses preconceitos, literalmente abraçar a causa da igualdade. Assim, com certeza, terá muito mais facilidade em concluir suas vendas, seja de porta em porta, seja em sua loja, ou através de divulgações em seu site e em mídias sociais (Facebook, Instagram  e Twitter).
A Milli vai te mostrar como combater os estereótipos e os paradigmas sociais que circundam o mundo erótico, veja.

3. Estereótipos e paradigmas do mundo erótico

Para combater os estereótipos e paradigmas que envolvem a venda e consumo de produtos eróticos, é importante entender o conceito de “estereótipo” e “paradigma”.

Estereótipo

É todo tipo de pensamento automático, ou seja, que vem diretamente a nossa cabeça sem pensarmos se são, ou não, verdadeiros. Em outras palavras, é o próprio preconceito. Normalmente, são frases prontas. Ex: “Loira é burra”, “Asiático é inteligente”, “Para investir tem que ser rico”, “Lugar de mulher é na cozinha”, entre muitos outros.
No cenário erótico, também existem muitos estereótipos, como “Asiático tem o pênis pequeno”, “Quem frequenta Sex Shop é maníaco por sexo”, “Mulher com vibrador é safada”, entre outros.
O que é importante perceber é que nem todo estereótipo é um fato, na verdade, a maioria é invenção. Mas eles existem e, pior, reforçam preconceitos. São pensamentos naturais, que todo lojista deve conhecer, evitar e combater.

Paradigma

Os paradigmas são os parâmetros que usamos para entender a vida, ou seja, as “lentes” que usamos para ver o mundo. Eles têm influência da sua cultura, da sua família, amigos, religião etc. Trata-se da forma com que você enxerga e interpreta as coisas.
Para quebrar um paradigma, ou seja, mudar uma forma de pensar, se livrar dos estereótipos e dos preconceitos, é preciso fazer uma série de perguntas para si mesmo: “Como construí meu pensamento sobre sexo?”, “De qual maneira eu lido com o sexo?”, “Por que eu trato o sexo da maneira que trato?”, “De onde vem meus pensamentos e essa forma como enxergo o sexo?”, “Como minhas decisões sobre sexo são tomadas? E por que elas são tomadas dessa forma?”. Pensar sobre essas perguntas, e respondê-las, significa quebrar paradigmas sociais.
Se você vende produtos eróticos, precisará entender sua relação com sexo. Isso significa que você passa para seus clientes os paradigmas e estereótipos que carrega consigo. E pode ser prejudicial para relação com seu público, sem contar para suas vendas.
 Fonte : Milli

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Estudo liga infidelidade masculina a QI mais baixo


Homens que traem as esposas e namoradas tendem a ter QI mais baixo e ser menos inteligentes, segundo um estudo publicado na revista especializada Social Psychology Quarterly. De acordo com o autor do estudo, o especialista em psicologia evolutiva da London School of Economics, Satoshi Kanazawa, “homens inteligentes estão mais propensos a valorizar a exclusividade sexual do que homens menos inteligentes”.
Kanazawa analisou duas grandes pesquisas americanas a National Longitudinal Study of Adolescent Health e a General Social Surveys, que mediam atitudes sociais e QI de milhares de adolescentes e adultos. Ao cruzar os dados das duas pesquisas, o autor concluiu que as pessoas que acreditam na importância da fidelidade sexual para uma relação demonstraram QI mais alto.
De acordo com o estudo, o ateísmo e o liberalismo político também são características de homens mais inteligentes.

Evolução
Kanazawa foi mais longe e disse que outra conclusão do estudo é que o comportamento “fiel” do homem mais inteligente seria um sinal da evolução da espécie. Sua teoria é baseada no conceito de que, ao longo da história evolucionária, os homens sempre foram “relativamente polígamos”, e que isso está mudando.
Para Kanazawa, assumir uma relação de exclusividade sexual teria se tornado então uma “novidade evolucionária” e pessoas mais inteligentes estariam mais inclinadas a adotar novas práticas em termos evolucionários – ou seja, a se tornar “mais evoluídas”. Para o autor, isso se deve ao fato de pessoas mais inteligentes serem mais “abertas” a novas ideias e questionarem mais os dogmas.
Mas segundo Kanazawa, a exclusividade sexual não significa maior QI entre as mulheres, já que elas sempre foram relativamente monogâmicas e isso não representaria uma evolução.
Fonte : BBC

sábado, 11 de fevereiro de 2017

Cortando o cordão umbilical: Os problemas de sua família não são seus

A família é nosso primeiro meio social, é onde construímos e nutrimos nossas primeiras relações e também onde iniciamos nosso desenvolvimento do Eu. Os vínculos costumam se desenvolver de forma intensa, por vezes nos tornando cuidadores e defensores de nossa família.
Acontece que muitas vezes esses laços se constituem de forma a não estabelecer limites a essas relações, tornando-as disfuncionais.

Família disfuncional? O que é?    
“Uma família disfuncional é aquela que responde as exigências internas e externas de mudança, padronizando seu funcionamento. Relaciona-se sempre da mesma maneira, de forma rígida não permitindo possibilidades de alternativa. Podemos dizer que ocorre um bloqueio no processo de comunicação familiar”. Fonte: Boa Saúde
Em muitos casos um familiar responsabiliza-se por resoluções de problemas e conflitos que não deveriam ser de sua preocupação. Veja alguns que estão recentes em minha mente.
  1. Filho que assumiu a posição de ‘chefe da casa’ após separação conturbada dos pais. Além de cuidar de si e de suas questões ‘adolescentes’, o filho sente-se na obrigação de cuidar da mãe e educar o irmão mais novo;
  2. Filho de pais que vivem em meio a separações e ameaças de divórcio. O filho vira mecanismo de reconciliação/separação do casal, sendo peça fundamental para que um ciclo briga-separa-volta se mantenha a todo vapor;
  3. Filha mais velha e adulta sente-se responsável por dar suporte a sua mãe (que criou a filha parte da infância sozinha), seja financeira ou emocionalmente. Tornando-se refém dos problemas da mãe, que são normalmente resolvidos pela filha ou não resolvidos para se manter esse tipo de relação;
  4. Irmã que sente-se responsável por cuidar dos irmãos e já na fase adulta continua a resolver os conflitos e arcar com despesas financeiras dos irmãos;
  5. Mãe que, apesar dos filhos já serem adultos e estarem casados, sente-se responsável por conduzir a vida dos filhos e assumir despesas e responsabilidades deles;
Ao expor os exemplos acima não me refiro a situações isoladas ou casos específicos. Me refiro a ciclos repetitivos que adoecem as relações e sobrepõem responsabilidades individuais, transferindo-as ao outro.
Em casos como os já citados todos têm prejuízos em suas vidas. Uma pessoa sobrecarrega-se, outra não amadurece, mantendo uma relação imatura, sem espaço para desenvolvimento com intuito de melhora.
Para alguns pode ser visto como prova de amor, mas não. Amor baseia-se em troca, respeito mútuo e limites. Estipular limites sim é uma prova de amor, amor ao outro e a si mesmo.

Normalmente quem se encontra neste tipo de situação enfrenta dificuldade em romper com o ciclo vicioso que retroalimenta, no entanto, é extremamente necessário que o indivíduo entenda o papel que vêm exercendo e o que o motiva a manter-se nessa posição (normalmente há algum ganho ou enrijecimento por um ganho do passado). A consciência do funcionamento familiar já é de grande valia já que muitas pessoas vivenciam essas situações sem nem ao menos perceber que algo está disfuncional, mesmo em casos em que haja sofrimento manifesto.

Em alguns casos uma conversa com alguém fora da família, como um amigo, poderá alertar e alterar o status da família. Outras vezes o processo terapêutico se faz necessário.
O processo terapêutico individual por si só já provocará desdobramentos no lidar deste individuo com seus familiares. Agora se o processo terapêutico for familiar, ou seja, todos os membros da família participarem, o processo poderá ser muito mais rápido, pois os conflitos referentes ao envolvimento e mecanismo familiar serão resolvidos por todos juntos, além de propiciar que todos entendam seu papel no funcionamento da família, possibilitando, assim, a escolha de permanecer retroalimentando os laços disfuncionais ou reescrevendo novas formas de organização e arranjo familiar.

domingo, 5 de fevereiro de 2017

A VIDA TE DÁ SINAIS, ANTES DE TE DAR ALGUÉM…



A VIDA TE DÁ SINAIS, ANTES DE TE DAR ALGUÉM…




Você quer alguém. todos queremos.O problema não é querer, é não saber enxergar quando se tem.
A vida dá um milhão de inacreditáveis sinais. Até irrita saber que muitas vezes simplesmente ignoramos. Às vezes por querermos tanto apenas aquilo que queremos e o que julgamos bom para nós, ao invés de valorizarmos o que temos e o que vida nos dá; às vezes pela insistência idiota em enxergar migalhas de qualidades em pessoas que nos dão gigantes pedaços de dor.
A vida é clichê, mas não é previsível.
Isso quer dizer que é verdade aquilo de que “o que passou, passou”, mas nunca sabemos como vai passar.
Sabe aquela pessoa que não presta, mas que você insiste em dar atenção? Ok, vamos suavizar: sabe aquela pessoa que só visualiza suas mensagens mas que você insiste em continuar conversando? (ps: Essas pessoas não prestam! Mas, diga, quem nunca? Então também não prestamos? Hm…) E aquela então que parece te anular dos planos e sempre tem uma desculpa para as suas ideias sobre o que fazer no fim de semana? Aqui temos dois lados:  1) você sendo honesto e fazendo o que pode para convencer esta pessoa como a quer bem; 2) você sendo cego e não enxergando que merece muito mais do que isso, que merece alguém que te faça sentir como você sempre fez todo mundo se sentir, que merece viver partes boas da vida já que a coleção de partes ruins já está cheia.
E como é que isso acontece?
Talvez começando a reparar nos sinais que a vida te dá.
Pensemos na essência do viver: a vida não é baseada na sua rotina de trabalho, casa, estudo, fim de semana, raiva da segunda-feira, trabalho, casa, fim de semana, raiva da segunda-feira, etc.
A vida é baseada em acordar, tomar um bom café, vestir uma roupa que gosta, colocar uma música boa nos fones, ler um bom livro na ida ao trabalho, dar o seu melhor no trabalho, ter uma volta tranquila, reservar um horário para a família e amigos, todos os dias até o fim de semana chegar e aproveitá-lo como desejar, agradecer pela folga, se preparar para a segunda-feira, se lembrar dos sonhos para realizar e de como você precisa se dar bem no trabalho para isso, acordar na segunda, tomar um bom café e por aí vai.
Muito mais que momentos, a vida é feita de segundos.
É dentro de um segundo despretensioso que está o like daquela pessoa naquela sua selfie, é num segundo que está o seu like naquela foto que curtiu pensando “hm, gostei dessa”, é dentro daquele segundo de: “oi, vamos fazer algo hoje?”, é dentro daquele segundo de “beleza, vamos!” depois de um “oi, vamos fazer algo hoje?”, é dentro daquela mensagem que pode ser recheada de malícia como quem não quer nada, é dentro daquele elogio surpreendente ao invés de só uma palavra qualquer para chamar atenção. Ufa! São tantos segundos que vivemos, tantas chances para aproveitamos, tantos sinais que a vida dá, antes de nos dar alguém.
Fonte : O Segredo

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Por que é tão difícil sair de um relacionamento abusivo?

Por que é tão difícil sair de um relacionamento abusivo? 



Se livrar de um relacionamento abusivo nem sempre é uma tarefa fácil. Mas, é uma tarefa necessária! Aprenda como identificar e que atitude tomar para contornar essa situação. 

Fonte : YouTube

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Delicia de assunto


Uma excelente entrevista com uma conversa de alto nível abordando de forma inteligente e racional este assunto tão polemico e ao mesmo tempo díficil para a maioria da população compreender.
Um grave problema que vejo diariamente e quase cotidianamente em minha vida em todos os lugares, situações e em todos os cantos do mundo é sobre as péssimas escolhas das mulheres sobre com quem elas se entregam em seus relacionamentos. Normalmente irracionalmente e baseando-se apenas em opiniões e motivos bobos e poucos sábias elas escolhem erradamente homens que certamente as farão sofrer por diversas razões nos quais embora estejam totalmente visivelmente a mostra elas não conseguem ver a desgraça que elas trazem pra si mesmo devido as suas péssimas escolhas. Obvio que por causa dessas escolhas não somente elas irão sofrer, mas seus futuros filhos que também certamente sofrerão e a tendencia é eles repitir os mesmos erros que seus pais e assim perpetuando a decadencia social e familiar.
Com uma linguagem bem popular nesta entrevista é de fácil entendimento, principalmente para as mulheres para que elas aprendem a escolher bem os seus parceiros e que elas saibam reconhecer um canalha e um cafageste e que tanto um como outro são péssimas escolhas, e mesmo que haja sentimento, é sábio reconhecer que tais homens não merecem seus sentimentos. É interessante que toda mulher antes de se entregar a qualquer relacionamento, estude o máximo que puder sobre os homens, seus comportamentos, suas artemanhas e suas artes de manipulações para seduzir, para que não se deixe cair no jogo dos canalhas e cafagestes e que aprendam a reconhecer homens que vale a pena a estar junto. Uma mulher inteligente é aquela que saiba usar racionalmente seus sentimentos para que suas escolhas sejam inteligente e bom para elas mesmas. Um excelente bate-papo para que elas aprendam a se valorizar e para que ela desfrute um relacionamento feliz e duradouro.

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

A respiração durante o sexo

A respiração durante o sexo


A respiração é  uma poderosa ferramenta para potencializar ou controlar o ato sexual. Conheça algumas técnicas.

Alguns tipos de respiração produzem diferentes efeitos durante o ato sexual. É claro que você sempre tem a opção de ignorar a respiração e deixar a coisa rolar naturalmente. Mas por que não aprender a usá-la?
1.       Respirar profunda e lentamente – essa é a respiração básica para o sexo consciente. Promove um estado mental mais calmo e meditativo. Por esta razão, é uma das ferramentas principais para retardar a ejaculação ou orgasmo. Respirar juntos de forma rítmica e profunda quando da aproximação do orgasmo pode intensificar as emoções e sensações do clímax.
2.       A respiração rápida e forte, no momento certo, tem um efeito purificador. Serve de aquecimento, energiza e excita, e pode ser muito poderosa para compartilhar energia sexual, aumentar a excitação e/ou intensificar o orgasmo.
3.       Respiração síncrona ou em sintonia com seu parceiro(a). Vocês inalam e exalam juntos. Esta técnica pode diminuir a excitação, mas aumenta o nível de intimidade e conexão com seu(a) parceiro(a) e dá um ritmo mais calmo ao ato de fazer amor. Respiração síncrona é ótima para compartilhar visualizações do movimento da energia.
4.       O oposto da síncrona é a complementar. Neste tipo de respiração, um exala e o outro inala, e assim por diante, em um tipo de padrão circular. A respiração complementar pode aumentar a excitação e fortalecer a polaridade. Também permite a circulação de uma energia poderosa quando são somadas a visualizações.

Começando a praticar

Sente-se confortavelmente com ambos os pés no chão, espinha ereta e ombros relaxados, ou deite-se no chão com a cabeça, pescoço e espinha alinhadas. Respire normalmente pelo nariz e focalize a passagem do ar pelo seu corpo, enquanto você inala e exala completamente. Sinta o movimento em seu diafragma enquanto o ar vai e vem de seus pulmões.
Enquanto você respira devagar, preste atenção na entrada e saída do ar. Observe como seu corpo e sua mente mudam com respirações profundas. Não force. Respire lenta e suavemente. O esforço contrai os músculos, tornando mais difícil a respiração calma e profunda. Se tiver dificuldade com a técnica, relaxe, esquente suas mãos, coloque-as em seu estômago, e massageie suavemente para aliviar os músculos e focalizar sua consciência.
Depois de completar o exercício, sente-se silenciosamente e sinta o efeito em seu corpo e mente.

Tipos de respiração 

A completa
Para este exercício, sente-se no chão, em lótus, ou deite de costas, o que for mais confortável.
Com olhos e boca fechados, expire pelo nariz, exale todo o ar de seu abdômen. Agora inspire profundamente, imagine o ar entrando na caixa torácica, pulmões, peito e garganta. Retenha a respiração aí, mantendo seu rosto e corpo relaxados. Não fique tenso(a) com o esforço, prenda seu fôlego o quanto for confortável. Exale lentamente, empurrando o ar para fora da garganta, peito, caixa torácica, e abdômen. Faça uma pausa antes do próximo ciclo.
Mantenha todas as três partes de sua respiração – inalação, retenção, e exalação do mesmo tamanho. Enquanto você pratica, tente esticar ao máximo os movimentos, nunca além do ponto de conforto.
A curativa
Esta é uma extensão simples da respiração completa. Considerando que na respiração completa o tempo gasto na inalação, retenção, e exalação é igual, aqui a relação é alterada conscientemente. Por exemplo, se você inalar contando até quatro, você prende o ar contando até dezesseis, e depois exale contando até oito (4/16/8). Uma vez mais, a retenção da respiração não deve criar qualquer desconforto. Comece suavemente e você verá que, com prática, você pode aumentar o tempo de fôlego preso. Enquanto você retém sua respiração, sinta e aprecie a quietude absoluta e o senso de calma em seu corpo e mente.
Não conte o tempo de cada parte deste exercício conscientemente nem marque no relógio. Simplesmente sinta o ritmo de seu corpo, o coração, o  pulso, o som e a sensação que traz cada movimento de inalação, retenção, e exalação.
Através da consciência, em vez de automática, a respiração pode melhorar sua qualidade de vida, acalmando a mente.
Alternada pelo nariz
Este exercício rejuvenesce os canais vitais do corpo sutil e equilibra os dois lados do cérebro.
Sente-se confortavelmente com a coluna ereta. Faça algumas respirações profundas e completas, então erga sua mão direita e feche com o dedo polegar sua narina direita. Faça uma respiração profunda pela narina esquerda.
Coloque foco na energia você está respirando e, depois de fazer uma respiração profunda, feche a narina esquerda pressionando-a com o segundo e terceiro dedo da mão direita, e prenda o fôlego. Mantenha rosto e boca relaxados.
Tire o polegar da narina direita, e exale lentamente, expelindo todo o ar. Agora inale pela narina direita. Depois de uma inalação profunda, feche a narina direita com o polegar e retenha a respiração novamente antes de abrir a narina esquerda. Expire pela narina esquerda.
É um ciclo. A relação de tempo gasta na inalação – retenção – exalação pode ser 1:1:1 ou 1:4:2. Comece tentando fazer cinco ciclos e gradualmente aumente o número de inalações e exalações. Não force a respiração pelas narinas enquanto exala; mantenha a respiração suave e natural. Não tente a respiração alternada se você estiver com gripe ou algum problema nasal.
A do fogo
Esta é uma respiração purificadora amplificada por contrações abdominais. É feita através do plexo solar e estimula a Kundalini, carrega o sistema nervoso e clareia a mente. O ar é puxado ritmicamente enquanto os músculos abdominais, tórax, peito e ombros permanecem relaxados.
Comece respirando longa e profundamente. Uma vez que os pulmões estiverem completamente cheios, contraia os músculos abdominais firmemente para empurrar o ar para fora, faça som, isso ajuda muito. Depois relaxe os músculos abdominais soltando-os, o ar automaticamente volta a seus pulmões. Contraia e relaxe mais rapidamente até você sentir um ritmo. Permita esse ritmo. Termine este exercício com mais respirações profundas.
Respiração da Kundalini
Fique em pé e comece a exalar pelo nariz, de modo explosivo e rápido, como se estivesse assoando-o. Faça isso rapidamente, sem pensar em inspirar, seu corpo se encarrega disso.
Você pode movimentar seu corpo para ajudar a exalação. Faça isso por 2 minutos para aquecer, e depois por 10 minutos. No começo é difícil, mas não desista, mantenha a exalação rápida e explosiva. Com o tempo e prática, vai ficar mais fácil. Importante: não faça inalações profundas, para não hiperventilar seus pulmões, e ficar tonto. E, se puder, faça o exercício acompanhado de alguém.
Uma variação desta técnica é contrair o esfíncter anal a cada exalação.

Respirando juntos

Nestes exercícios de respiração compartilhada, você e seu(a) parceiro(a) vão viajar na conexão da respiração para um lugar de profunda intimidade e paz. São indicados para pessoas que querem incorporar práticas extáticas em sua vida amorosa.
A respiração sincronizada
Sente-se de frente ao seu(a) parceiro(a), e faça uma conexão olho no olho. Decidam qual de vocês fixará o ritmo da respiração, que será suave e lenta, de forma que ambos inalem e exalem ao mesmo tempo. O parceiro(a) ativo(a), que fixa o ritmo, ajusta a velocidade para criar um ritmo bom para os dois.
Uma vez que isso seja alcançado, adicionem a visualização dos chakras. Respirem no primeiro, depois no segundo, e assim sucessivamente até atingir o chakra da coroa.
A complementar
Respiração complementar pode ser uma experiência íntima poderosa. Alguns textos tântricos descrevem-na como uma respiração que “une”, na qual os amantes absorvem a sua própria energia vital e também a do outro.
Sentem-se de frente, e decidam quem de vocês fixará o ritmo. A pessoa escolhida fará uma respiração profunda e completa, e o outro começa a respirar de modo contrário – quando um inala o outro exala.
Neste exercício você pode usar visualizações para ajudar a circular e aumentar a energia: a pessoa ativa inala pelo chakra básico, e exala pelo centro do coração, enquanto a pessoa receptiva inala pelo coração e exala pelo chakra básico, de forma que um circuito de energia erótica é criado entre vocês.
Uma vez dominada esta técnica, tentem respirar em ritmos diferentes, mantendo a harmonia entre vocês, e alternem quem começa e quem segue.
Fonte : Neotranta