terça-feira, 27 de dezembro de 2016

7 vantagens do sexo casual que te farão ter vontade de aderir

7 vantagens do sexo casual que te farão ter vontade de aderir

Antes de optar por ter este tipo de relação, você deve refletir se fica à vontade com a situação, além de se prevenir sempre!



Fazer sexo sem compromisso é uma prática cada vez mais comum entre homens e mulheres. Muitos dos adeptos defendem que esse tipo de relação pratica o desapego e não envolve compromissos e cobranças, comuns dos relacionamentos sérios. Por isso, se você ainda não tem esse costume, pode ser que se convença a tentar se conhecer algumas das vantagens que esse tipo de envolvimento traz.
Mas, antes de aderir, é importante ficar atenta a alguns cuidados que devem ser redobrados no sexo casual. O uso da camisinha, por exemplo, é essencial, tanto na penetração, como no sexo oral. Além disso, o ideal é saber minimamente quem é a pessoa com quem você irá se relacionar, além de tomar cuidados básicos de segurança para não se colocar em risco. E mais do que tudo: você precisa estar à vontade para entrar nessa onda. O corpo é seu e você deve respeitar suas vontades, limites e princípios . Mas tenha em mente que é preciso ficar desencanada com possíveis regras, pois não existe certo ou errado quando o assunto é sexo.
E aí, quer testar? Se ainda tem dúvidas, veja na galeria sete vantagens do sexo casuallistadas pela sexóloga Carla Cecarello, do site de encontros casuais C-date. 
Fonte : Mulher

domingo, 25 de dezembro de 2016

Trair é uma decisão, não um deslize…

Trair é uma decisão, não um deslize…




Somos condicionados socialmente a sermos fiéis e, quando o assunto é relacionamentos, existe uma secreta constituição que rege todos os casais da terra: não trair em hipótese alguma.
A traição, em seu sentido mais amplo, não se limita à infidelidade entre casais. A traição pode ser também de social, familiar, profissional ou até mesmo em relação aos nossos próprios ideais. Indiferente do estilo em que se apresenta, as marcas deixadas por ela são profundas e eternas.
Na literatura temos exemplos de infidelidade que “justificam-se” por motivos clássicos: carência, vingança ou fraqueza. Otelo de William Shakespeare (1603), Madame Bovary de Gustave Flaubert (1857), O Primo Basílio de Eça de Queirós (1878), Memórias Póstumas de Brás Cubas – Machado de Assis (1881), São Bernardo de Graciliano Ramos (1934), Hollywood de Charles Bukowski (1989) são alguns desses exemplos. E, na vida real não seria muito diferente.
Os traidores não precisam de motivos para trair. Precisam de oportunidades. Quem trai se preocupa mais com as desculpas que dará ao erro do que com as conseqüências do ato (e olhe que, na categoria drama, o traidor deveria ser indicado ao Oscar).
Trair é toda e qualquer forma de ferir quem, um dia, confiou em você. Traímos de tantas formas que, muitas vezes, em temos consciência disso. Traímos quando esquecemos as pequenas gentilezas; traímos quando fingimos que tudo está bem, quando, na verdade, não está. Traímos quando negligenciamos nossas próprias vontades para agradar outras pessoas. Traímos quando deixamos de sermos protagonista da própria vida, deixando os outros ditarem as regras. Traímos pelos mais diversos motivos, mas como dizia Nietzsche “quem, em prol da sua boa reputação, não se sacrificou já uma vez – a si próprio?”
Trair não é um deslize diário, é uma opção. É preciso entender que ninguém trai por acaso. Da mesma forma que você escolhe ser fiel, a traição nada mais é do que uma opção voluntária. A infidelidade não acontece por falta de amor, mas por falta de respeito. “Quem é homem de bem não trai o amor que lhe quer seu bem. Quem diz muito que vai, não vai, assim como não vai, não vem… Quem de dentro de si não sai, vai morrer sem amar ninguém.” (Vinicius de Moraes) Por isso, aceitar uma traição é o mesmo que assinar um termo abrindo mão do próprio respeito e da própria dignidade. Florbela Espanca em Correspondência (1912) também mostrava sua indignação perante a traição: “Eu julgo que a mulher verdadeiramente digna é aquela a quem repugna uma traição, seja ela de que natureza for. ”
A dor proveniente da traição é intensa porque nunca vem de um estranho. Vem de quem amamos e de quem permitimos total acesso aos nossos sentimentos. Por isso é mais fácil conviver com inimigos, pois são verdadeiros na raiva: “vivam os meus inimigos! Eles, ao menos, não me podem trair.” (Henry de Montherlant)
Entenda, meu caro, que onde há traição não pode haver amor. As relações são feitas pra melhorar a vida e não para preencher vazios existenciais. Cada indivíduo é livre pra se amar e, alimentar relações fúteis, é tão necessário como comer sem ter fome.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Bruna Surfistinha dá 5 dicas para arrasar no sexo




Veja as dicas de quem mais entende do assunto: Bruna Surfistinha
Conheço muitas mulheres que têm medo de entrar num sex shop, mas têm vergonha do que vão encontrar, do que a vendedora vai dizer... Bobagem. O Sex Shop é um mundo maravilhoso de delícias sexuais.
Veja algumas dicas sobre esses produtos deliciosos à venda:
Óleos de massagem
Eles ajudam muito. Coloque algumas gotinhas do óleo na mão, sem melar demais. Passe bem na região da virilha dele, fazendo movimentos leves nas coxas. Escorregue os dedos por baixo dos testículos.
Lubrificante
São diferentes dos das farmácias porque eles têm gosto e cheiro. Dá até para usar nos lábios como gloss, para acender o clima do sexo. Se você desejar praticar sexo anal, peça para ele passar antes nos dedos e brincar no local, antes da penetração.
Vibrador
É um item em que vale a pena investir. Um dos modelos que faz mais sucesso é o que tem massageador de citóris. Porque ele é o famoso dois em um, para você ter prazer em duas zonas erógenas: vagina e ânus. Não recomendo os muito coloridos e cheios de detalhes, porque se não forem bem usados, podem machucar de verdade. Lembre-se: lave o seu vibrador sempre que pretender usá-lo na sequência anal/vaginal. Uma dica bem legal é o vibrador em forma de borboletinha que serve apenas se masturbar, e o posso garantir que faz um papel melhor do que o nosso dedo.
Anel peniano
Supermacio e de borracha texturizada, proporciona prazer tanto para o homem quanto para a mulher. Precisa ser colocado na base do pênis. Para os homens, dá prazer porque fica na base do pênis e retarda a ejaculação. Para as mulheres, massageia internamente por causa da borracha texturizada com algumas bolinhas. Uma delícia!
Calcinhas comestíveis
Como o nome já diz, são calcinhas para serem devoradas, antes, claro de o seu parceiro devorar você! A graça está no clima de suspense que ela
proporciona. Ele tanto pode comer a calcinha de maneira lenta, deixando-a mais ansiosa para o sexo oral, quanto pode revezar entre comer a calcinha e fazer oral em você.
Gel erótico
Há uma variedade enorme! Indico três: o que provoca a agradável sensação de calor para a mulher e, ao mesmo tempo, retarda a ejaculação do homem; outro é um gel que quando passamos algumas gotinhas em alguma região do corpo e esfregamos, provoca uma sensação de calor – quando assopramos, proporciona uma sensação de frescor; e o gel que acelera o orgasmo feminino. E todos esses não deixam de servir como gel lubrificante.
Fantasias
As preferidas do sexo masculino são: colegial, mulher-gato e sadomasoquista. Sonde seu parceiro antes de investir numa delas porque alguns homens acham ridículo. Se você quer pegá-lo de surpresa, talvez seja melhor começar com uma fantasia de colegial, porque não sai tanto do padão de roupa comum, como a sadomasoquista.
Acessórios sadomasoquistas
Aconselho todo mundo a ter vendas de olhos e chicotinho. Usados juntos ou separados, são incríveis. De olhos vendados, o sexo fica provocante, dá uma insegurança boa. Já o chicotinho é para punir os meninos e meninas malvados. De brincadeira, claro.
Calcinha com vibrador
Leva as mulheres às nuvens porque o vibrador fica dentro da lingerie bem na região do clitóris. Há duas opções: com o controle preso em um fio e o sem fio, que facilita bastante. Imagine só: vocês saem juntos para um jantar ou uma balada, você veste a calcinha e deixa o controle remoto sob o poder dele. Ele pode acelerar a intensidade da vibração ou deixar desligado. Para pega-la de surpresa a qualquer momento.
Camisinhas
O segredo não é comprar modelos superexóticos, porque podem deixar o pênis dele muito estranho ou causar alergia. O segredo da camisinha é a hora de coloca-la. A maioria esmagadora dos homens prefere que a mulher coloque com a boca. Faça assim:
- Depois de abrir o pacotinho, coloque a camisinha na boca.
- Apóie bem na ponta do pênis dele e vá empurrando com a língua, ao mesmo tempo em que vai abocanhando o membro com os lábios.
- Tome cuidado para não forçar com os dentes, porque eles podem rasgar o preservativo.
- Se o pênis for muito avantajado, pode ser que você precise dar uma ajudinha com os dedos. Tudo bem: o importante é não afastar a boca dali.
Raquel Pacheco é ex garota de programa e autora do livro Na cama com Bruna Surfistinha (Panda Books)
Fonte : Mulher.com.br

domingo, 18 de dezembro de 2016

Sexo é bom, mas...



Sem “mas”. Sexo é bom e todo mundo gosta. Talvez a gente apenas devesse parar de tratá-lo como uma obrigação e criar espaço para, simplesmente, curtir


Por Jeanne Callegari / Ilustração Eduardo Kerges


“Sexo é bom, mas vocês já comeram pão de alho?”, dizia o despretensioso tuíte de uma jovem, em uma tarde de sexta-feira em fevereiro de 2016. Não demorou muito para a brincadeira se espalhar pela internet e virar meme, as pessoas fazendo suas versões da piada: “Transar é bom, mas vocês já experimentaram Bis branco?” O site Buzzfeed logo fez sua lista de coisas melhores que sexo, de receber a pizza antes do previsto a fazer xixi depois de ficar oito horas segurando (você conhece a sensação…).


Na esteira desse meme, vieram outros. “Quem gosta de sexo é adolescente, adulto gosta mesmo é de ir na Leroy Merlin.” Ou a minha preferida: “Quem gosta de sexo é adolescente, adulto gosta mesmo é de estar com os boletos em dia” (atire a primeira conta de luz quem nunca sentiu um certo júbilo ao pagar um aluguel sem multa). Zoeira infinita à parte, os memes pareciam contrariar a ideia corrente de que sexo é a melhor coisa do mundo, a prioridade número 1 da existência.


O que, em alguns círculos, parece ser mesmo. “Se a justificativa for transar, você pode faltar até no casamento do seu melhor amigo”, comenta C., um colega de ofício. Recentemente, saímos de uma palestra, um evento desses lotados de escritores, e fomos esticar a prosa em um bar. Com um sorriso sugestivo, C. pediu desculpas e disse que não podia ficar, pois já tinha uma “reunião” marcada. Sacando do que se tratava, rimos e deixamos pra lá. Dias depois, encontrei C. para uma cerveja. Aproveitando para brincar um pouco, perguntei se a “reunião” havia sido produtiva. Um pouco embaraçado, C. me contou a verdade: não havia compromisso nenhum, nenhum encontro amoroso. Ele tinha ido para casa escrever, trabalhar em seu novo romance. Mas, por achar que essa explicação soaria boba, ainda mais em uma mesa cheia de escritores, preferiu deixar no ar a ideia de que tinha um encontro.


Não pude deixar de rir. Afinal, quantas vezes já desmarquei compromissos com amigas em cima da hora para ir encontrar um crush? E quantas vezes já levei bolo de amigas e amigos pela mesmíssima razão? No filme canadense Sexo Sem Complicações, de 2007, a personagem Abby pergunta ao marido, Andrew, quando foi a última vez que transaram. Diante da hesitação dele, ela diz: “A resposta deveria ser sempre ‘ontem’”. De fato, esse parece ser o jeito correto de responder à pergunta “qual foi a última vez que você transou?”. Lembro dos olhos arregalados de todos quando, em um papo em outro bar, depois de algumas cervejas, uma amiga disse que estava sem transar desde o fim de seu último namoro, um ano e oito meses antes.


Não basta transar. Tem que ser muito, e sempre, e com a maior variedade de parceiros possível. Pelo menos em alguns segmentos da sociedade, sexo é algo hipervalorizado, como um bilhete premiado da loteria. E se você tem oportunidade de fazer, melhor agarrar. Forte. Com as duas mãos. E já ir desabotoando a calça.


Como se todo mundo fosse obrigado a ter uma vida sexual incrível. Aplicativos de encontros como Tinder, OK Cupid eHappn fazem parecer que é fácil: um toque e você pode encontrar alguém com quem passar a noite. Mas, se a expectativa é uma vida sexual com fogos de artifício o tempo todo, a chance de frustração é imensa. Comprometidos ou no varejo, encontrando novos pares a cada semana, a probabilidade maior é de que nem sempre tudo seja maravilhoso. Pelo contrário.


Nesse cenário desolador, faz sentido que as pessoas se cansem de tanta complicação e prefiram comer uma caixa de chocolates, em vez de transar. Diabos, tem dias que até pagar um boleto parece mais divertido. Mais… simples. Sexo é cheio de incertezas, inseguranças. A gente nunca sabe se vai ser, ou se foi, bacana. Já os boletos, bem, se tem uma coisa de que podemos ter certeza no mundo em que vivemos é esta: os boletos nunca vão decepcionar.






UM BOM ARROZ COM FEIJÃO


L., professora e escritora, gosta de comparar sexo a comida. “Por mim, faço todo dia”, diz. “Mas isso porque nem sempre preciso de um boeuf bourguignon. Às vezes, um pão com ovo mata a fome. E tudo bem”, diz ela. E não é só no grau de refinamento que o sexo se parece com comida. Mas também no fato de serem vazios que nunca se preencherão.


“Você pode jantar exatamente o que queria, um sushi num restaurante japonês maravilhoso, por exemplo. Mas sempre terá deixado de lado uma pizza ótima, ou a sobremesa”, completa L., que também é psicanalista. Ainda que nada falte, amanhã será preciso comer novamente. O buraco nunca é preenchido. O mesmo, claro, se aplica ao sexo. Nos anos 1970, o psicanalista francês Jacques Lacan disse que “não existe relação sexual”. Como muitos dos aforismos dele, esse também não é dos mais fáceis de decifrar, mas uma boa hipótese é a ideia de que não existe encaixe perfeito entre os amantes. Sempre falta algo, ou sobra. Porém, o fato de que as metades sexuais da laranja nunca se encaixarão por completo pode ser um bom motivo para tentar de novo, e de novo, e de novo. Por mais saciados que fiquemos, a fome sempre volta. Melhor se conformar do que tentar sem sucesso, encontro após encontro, preencher esse vazio, e com não pequena dose de angústia no processo. Se é fato que assim é, e tudo bem, dá pra curtir os momentos. Abrir espaço para o feijão com arroz, para o pão com ovo, para o boeuf bourguignon.


DO KARAOKÊ PARA A CAMA


Era uma terça-feira à noite e eu caminhava pelo centro de São Paulo com um amigo, D. Estávamos comentando um texto da filósofa americana Marilyn Frye, que escreveu que, embora heterossexual, a cultura masculina é homoafetiva.


Segundo ela, os homens hétero podem gostar de transar com as mulheres, mas, em sua maioria, seu afeto é destinado a outros homens. “As pessoas que eles admiram, respeitam, adoram, veneram, honram, que eles imitam, idolatram; com quem criam vínculos mais profundos, a quem estão dispostos a ensinar e com quem estão dispostos a aprender; aqueles cujo respeito, admiração, reconhecimento, honra, reverência e amor eles desejam: estes são, em sua maioria esmagadora, outros homens”, diz ela.


Nesse momento, passamos por um boteco pé-sujo, daqueles que existem aos montes no centro da cidade. Dois rapazes, na casa dos 30 anos, faziam uma performance tão sincera quanto desafinada de Menina Veneno no karaokê. Ri e olhei para D. com a minha melhor cara de reprovação. “É por isso que o afeto dos homens acaba ficando entre eles! Tem umas besteiras que só dá pra fazer entre os bróders”, brincou. E aí me ocorreu: a performance não é algo que a gente faz só na cama. Fora dela, também rola uma representação de papel, um esforço pra parecer interessante. Sabido, adulto, maduro.


Quando encontramos alguém com quem podemos relaxar, ser mais “nós mesmos”, deixando as máscaras de lado, e fazer tolices como cantar desafinados em um karaokê ou comer amendoim com doce de leite assistindo a filmes de super-herói, e temos, ao mesmo tempo, tesão, talvez seja hora de passar mais tempo juntos. “Não fica muito melhor do que isso”, afirma D., do alto da melancolia de seus últimos casos malsucedidos.


SEM SAUDOSISMO


“Quando eu tinha 15 anos, ficava de pau duro sempre que pensava em sexo. E eu pensava em sexo o dia todo”, diz E., programador na casa dos 30. “Dos 15 aos 17, não conseguia controlar meu pinto. Ficava duro quando bem entendia; na maioria das


vezes, nas piores situações possíveis”, completa D. M., advogado de 37 anos. Aos 30 anos, a maioria dos caras já superou essa urgência e, embora sexo continue sendo um tema importante, como já concluímos, não é mais aquela sangria desatada. Já deu pra sacar, por exemplo, que transar depois de chegar da balada bêbados nem sempre é a melhor opção; dá pra dormir e deixar para a manhã seguinte, quando todo mundo estiver mais inteiro. As mulheres experimentam também um amadurecimento, embora um tanto diferente. Por questões culturais, é comum que demorem mais tempo a explorar o próprio corpo, descobrir do que gostam, e como. Assim é que a


maioria das minhas amigas relatam estar cada vez mais, e não menos, sexuais. Os sexólogos confirmam essa teoria e afirmam que, em geral, uma mulher aos 40 está no ápice de sua vida sexual.


Em um artigo ao site de notícias Huffington Post, a colunista Vikki Claflin comenta 12 razões por que o sexo é melhor depois dos 50, como a liberdade e confiança para fazer as coisas do jeito que você quer. “Se você pensa nos seus 20, 30 anos, revive histórias épicas da faculdade, lembranças românticas de seu casamento e causos infindáveis sobre criar seus filhos maravilhosos; mas, provavelmente, também vai se lembrar de inseguranças, problemas financeiros, bebês, meses de privação de sono, ansiedades profissionais (você gostaria de ter 25 anos de novo, sinceramente?), nenhum dos quais é um bom requisito para uma uma vida sexual sem restrições, apesar do entusiasmo e da boa vontade da juventude”, escreve a colunista. “Quando chegamos aos 50, os filhos estão crescidos e já saíram de casa, as carreiras estão estabelecidas, as finanças estão estáveis e a vida não é uma luta constante. Estamos mais relaxados a respeito de tudo, e o sexo é, com frequência, mais divertido”, afirma.


Parece claro que não é preciso chegar aos 50 para viver esse vidão. Trata-se, talvez, de deixar de tentar provar alguma coisa, sem ter que parecer incrível e exuberante para os outros, reais e imaginários. No fim das contas, certos mesmo estavam os pagodeiros do Grupo Revelação, que já em 2001 vaticinavam, no melhor estilo anos 90, “deixa acontecer naturalmente”.




quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Como tratar uma acompanhante


Como tratar uma acompanhante





Você já deve saber dessas regras fundamentais. Se, no entanto, você nunca se encontrou com uma acompanhante antes, e / ou já teve algumas más experiências e decepções, e deseja entender como obter o melhor serviço que sua acompanhante possa oferecer, é muito importante que você leia cuidadosamente:



Requisitar o serviço de uma acompanhante é muito parecido como marcar uma consulta com um advogado, mecânico, ou um médico. Você paga-lhes dinheiro para um serviço.Se você é agradável com o profissional, você geralmente recebe um resultado melhor do que se você não é. Trate acompanhantes da mesma maneira que você trata outros profissionais de negócios. Quando tratadas com respeito e simpatia, estas mulheres irão tratá-lo como um cliente de valor. Elas, então, estarão felizes em vê-lo novamente, da mesma forma que qualquer outro profissional gosta de ver os seus bons clientes.
Acompanhantes ganham dinheiro assim como as outras mulheres ganham trabalhando em empregos regulares. A maioria das acompanhantes está fazendo este tipo de trabalho por causa do dinheiro, assim como quaisquer outros profissionais de negócios normais. Se você se tornar um cliente regular, você vai conhecer um ao outro melhor e descobrir coisas que vocês gostam de fazer juntos, e você vai se divertir mais!

Não ligue a menos que você esteja realmente interessado.

Seja respeitoso e amigável, e tenha em mente que isto é uma transação comercial. Se você está sendo desrespeitoso ou inadequado – a acompanhante provavelmente irá recusar atende-lo.
A maioria das acompanhantes tem seus cachês listados em seus perfis, se entretanto não estiver listado, e você está no telefone – não há nada de errado em dizer que o cachê está além do que você tinha em mente, agradeça a acompanhante pelo seu tempo no telefone e siga em frente. Ter educação e boas maneiras é gratuito e bastante apreciado. Tentar negociar cachês ou obter um desconto provavelmente irá resultar em seu pedido ser recusado. E também tente evitar falar coisas obscenas no telefone ou enviar mensagens de e-mail grosseiras e de mal gosto, esse tipo de comportamento não vai chegar muito longe. Mais do que certo, você provavelmente estará na lista negra! Se este é o seu lugar, é provavelmente melhor você telefonar para outro tipo de acompanhantes.


Higiene & Limpeza
Para ter uma experiência melhor e mais completa, preste especial atenção à limpeza de seus órgãos genitais e da área genital. Não se esqueça de escovar os dentes, sua acompanhante muito provavelmente não irá deixá-lo beijá-la se você tiver com cheiro de ovo podre (mal hálito é muito desinteressante). Sua acompanhante, provavelmente também não ficará impressionada se você tiver sujeira debaixo das suas unhas. Certifique-se de cortar as unhas das mãos e pés.

Já a barba
Se você pretende “ir para a parte de baixo” da sua acompanhante, raspe sua barba. Não é muito divertido para a menina ser ‘lixada’ por um queixo pontudo!


Coloque roupas íntimas limpas
Marcas de fezes ou’ manchas irregulares ‘não são particularmente atraentes para qualquer garota. Certifique-se de colocar uma cueca limpa.


Pagamento
Tenha o pagamento pronto em dinheiro (de preferência a quantidade exata), ou se você tiver mais do que a quantidade exata – não espere ou peça por troco. Pague o dinheiro adiantado para lhe poupar qualquer tipo de constrangimento. Também não há necessidade de falar sobre este assunto com ela, você já sabe o que vai custar.Quando a acompanhante sugerir que o pagamento seja feito, entregue- o a ela.


Conversa, mantê-la fluindo
Seja educado, seja cortês, seja um cavalheiro! Ofereça-lhe uma bebida, se envolva em uma pequena conversa, e trate-a como uma dama! Não pule em cima dela no momento que ela entrar pela porta, ela vai, muito provavelmente, apenas caminhar .. e deixá-lo sozinho.Um pouco de respeito pode ir um longo caminho para o futuro. Trate-a como você trataria qualquer outra mulher em um encontro! EVITE perguntas pessoais, isto é uma transação comercial.

Não fale sobre o seguinte:
Quantos homens você encontra em uma noite?
Você paga imposto?
O que o seu namorado pensa sobre seu trabalho?
Por que você não se casa com um homem rico e esquecer este trabalho?
Será que seus pais sabem sobre o seu trabalho?
Há quanto tempo você faz isso?
Quanto dinheiro você ganha?

Este tipo de pergunta são extremamente pessoais. Não pergunte isso a elas a menos que você esteja preparado para responder a certas perguntas constrangedoras que elas irão fazer a você, como:
Será que o seu chefe sabe que você está aqui?
Por que você não vai para sua casa ficar com sua esposa e esquece este tipo de serviço?
Seus filhos sabem que você sai com acompanhantes?
Alguma vez você já pensou em fazer uma dieta?
O que a sua esposa / namorada acha disso?
Há quanto tempo você faz isso?

Bebidas Alcoólicas
Tomar Whisky e Coca-Cola para ajudar com seu nervosismo, ou uma Vodca para lhe despertar é aceitável. Agora, beber meia garrafa de destilados ou uma dúzia de cervejas NÃO. O álcool é um depressivo muito forte, e quando você acha que vai estimulá-lo ou melhorar o seu desempenho sexual, ele provavelmente irá impedi-lo de curtir a sua experiência. Cheiro de álcool não é atraente !