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sábado, 21 de julho de 2018

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sábado, 24 de fevereiro de 2018

7 Fatos que provam a importância do cheiro para o amor e o sexo

Getty Images



O cheiro de uma pessoa é uma parte importantíssima das primeiras impressões que são formadas a respeito delaImagem: Getty Images



Heloísa Noronha
Colaboração para o UOL
24/02/2018 04h00

A visão e o tato são, em geral, os sentidos que primeiro vêm à nossa mente quando o assunto é sexo. Mas o olfato não só é capaz de direcionar as nossas preferências e escolhas no assunto, como ainda é o responsável por imprimir na nossa memória –às vezes, para sempre– o cheiro marcante de alguém.
O fenômeno acontece porque temos mais de 25 milhões de células olfativas capazes de captar os mais diversos odores. E, conforme a ciência já comprovou, cerca de 90% do que retemos das informações é por meio do olfato. Outros dados provam que esse sentido, ainda mais potente nos animais, tem tudo a ver com relações afetivas.

Veja também:

1 - Todo odor provoca um sentimento

E um efeito no organismo. O leque de possibilidades é vasto: nojo, repulsa, fome, saudade, atração, tesão…

2 - O cheiro dá pistas sobre as pessoas

Recentemente, pesquisadores britânicos e poloneses realizaram testes sobre como os sentidos influenciam na hora de escolher o par ideal. Segundo os estudos, divulgados no periódico “Frontiers in Psychology”, o cheiro de uma pessoa é uma parte importantíssima das primeiras impressões que são formadas a respeito dela, além de revelar pistas sobre idade, saúde, personalidade e até fertilidade.

3 - Aromas “formam” casais que combinam

Duvida? Pois saiba que o olfato é capaz de detectar um grupo de genes chamados de MHC (Complexo de Histocompatibilidade Principal, na sigla em inglês), presentes em todos os mamíferos. Eles regulam o sistema imunológico e atuam na rejeição de tecidos.
Sabe-se que, quanto mais semelhante for o MHC do casal, maior a chance de haver rejeição do feto durante a gravidez e maior intervalo entre os nascimentos.
O MHC é uma espécie de “impressão digital olfativa”, que influencia o reconhecimento individual e/ou as preferências de ligação em animais e humanos.
Um estudo clássico fez com que mulheres cheirassem camisetas suadas (sem perfume ou desodorante) de homens e, depois, escolhessem a que continha o odor mais sensual.
As escolhas recaíram sobre as camisetas dos homens que tinham o sistema imunológico (MHC) mais diferente, porém compatível e disposto a gerar filhos com “bons genes”, mais seguramente.

4 – Mulheres se importam mais com odores

De acordo com um estudo da psicóloga Marlise Hofer, publicado no “Journal of Personality and Social Psychology”, mesmo que o parceiro não esteja por perto, sentir o cheiro dele faz com que os níveis de ansiedade diminuam. Como?
Quando a mulher aspira uma peça de roupa do amado, o aroma leva a uma redução na concentração de cortisol (hormônio relacionado ao estresse) no organismo, fazendo com quem ela se sinta mais calma.

5 – Feromônios, famosos, mas sem comprovação

Embora algumas pesquisas citem que os humanos também são afetados pelos hormônios sexuais (hormônios sexuais secretados por mamíferos e insetos), essa ação ainda não chegou a resultados conclusivos.
Sabe-se que os homens têm esses hormônios em maior concentração e que, nas mulheres, as substâncias odoríferas variam conforme o ciclo menstrual.
Na fase ovulatória, a liberação de feromônios é maior, o que, em parte, explica a maior animação para o sexo e o fato de uma maior atração por parte dos homens, que “percebem” o cheiro do tesão no ar.

6 – Não dá para fabricar feromônios

Várias empresas do mercado erótico apresentam em seu portfólio perfumes supostamente à base dessa substância. Puro marketing, pois ainda não se descobriu como fabricá-la.
O que acontece é que, em muitos casos, a composição traz ingredientes mais intensos e de maior durabilidade na pele, como musk ou âmbar, ylang-ylang e patchouli.
Segundo especialistas, não podemos ignorar que o efeito placebo dessas fragrâncias “à base de feromônios” é fruto de um enorme componente psicológico.
Se a pessoa acredita que vai parecer mais sexy ao usar borrifar algumas gotinhas de algo que promete deixá-la mais atraente, é claro que ela se sentirá mais confiante. A percepção alheia sobre isso é apenas resultado da segurança que ela exala.

7 - O amor, cientificamente falando, é uma droga

Trata-se de processo neurobiológico de ampla atividade hormonal. Quando nos apaixonamos, compostos químicos que atuam em nosso cérebro nos fazem pensar 24 horas por dia na pessoa amada.
Seu cheiro tem o mesmo efeito de tóxicos. Isso ocorre porque as moléculas que emanam do crush entram em contato com hormônios olfativos e transmitem informações para o cérebro, como “quero transar agora mesmo” ou “que delícia esse suor”.
Nesse momento, sensações e memórias se fundem. O hipocampo registra a imagem da pessoa e aquele cheiro ficará ligado pelo resto da vida a ela.
Fontes: Carla Geane, palestrante da marca de cosméticos sensuais INTT Cosméticos; Cibele Fabichak, fisiologista e autora do livro “Sexo, Amor, Endorfinas & Bobagens” (Matrix Editora); Renata Ashcar, especialista em perfumaria e autora do “Guia de Perfumes” (HM em Revista); Raquel Cruz, pós-graduada em cosmetologia e química responsável pela empresa Feitiços Aromáticos; Vanieli Silveira, coaching de relacionamento e consultora da marca de cosméticos sensuais Hot Flowers, e Paula Moretto Cardoso, professora do curso de estética e cosmética da Umesp (Universidade Metodista de São Paulo).
Fonte : UOL Estilo

domingo, 23 de abril de 2017

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domingo, 2 de abril de 2017

Estudo rebate mito de que mulheres mais velhas não gostam de sexo

Você já deve estar familiarizada com a máxima de que as mulheres de meia idade não gostam de sexo tanto quanto as mais jovens. Mas Holly Thomas discorda. Em um novo estudo, ela e outros co-autores comprovam que as mulheres de meia idade que são sexualmente ativas permanecem deste jeito. As informações são do site Huffington Post.

Fatores como idade e menopausa não mostraram impacto na vida sexual das mulheres mais velhas






Foto: Getty Images






Para a especialista, da University of Pittsburgh Medical Center, o conceito tem viés cultural. “A cultura nos diz que isso (sexo) é algo que pelo qual as mulheres mais velhas não devem se interessar”, observa. A pesquisa de Holly envolveu 602 mulheres, heterossexuais em sua maioria, com idades entre 40 e 65 anos quando o estudo foi iniciado – no ano de 2005.
Todo ano, elas respondiam um questionário sobre a saúde, o status da menopausa e os sintomas, a atividade sexual (variando entre beijos até a relação sexual) e as características demográficas, como se eram casadas ou se estavam em uma relação estável. No quarto ano do estudo, as mulheres completaram um breve questionário chamado Female Sexual Function Index (FSFI), em tradução livre, Índice da Função Sexual Feminina.
Avaliando a importância do sexo 
Holly e os outros especialistas envolvidos no estudo perguntaram às mulheres qual a importância do sexo em suas vidas. Dois terços delas no ano quatro disseram que eram sexualmente ativas, então, elas formaram o grupo base do estudo. Quatro anos depois, 85% deste grupo disse que permaneceram sexualmente ativas.
Ser branca, ter um baixo índice de massa corporal e dar grande importância para o sexo também são fatores associados à manutenção da vida sexual. “A idade e se ela passou pela menopausa não parecem ser importantes para as mulheres continuarem a fazer sexo”, diz Thomas. “Ficamos surpresos ao descobrir isso”, completou.
Ampliando definições 
Holly afirma que outros aspectos do sexo passam a ser mais importantes para as mulheres com a idade. “Eu acho que é importante manter uma definição ampla quando olhamos para a função sexual desta população.” Ela e os demais autores do estudo afirmam que, ao passo que as mulheres envelhecem, o beijo e os toques mais íntimos se tornam mais importantes do que a relação sexual com penetração.
Mulheres em menopausa ou pós-menopausa pontuam menos no questionário devido às alterações hormonais, do fluxo sanguíneo, músculos e nervos, que podem tornar a relação sexual mais dolorida. Em um artigo publicado este mês no jornal Climacteric, Rossella Nappi, da Gynecological Endocrinology and Menopause Unit da University of Pavia, na Itália, escreve que cerca de metade das mulheres na pós-menopausa sentem desconforto vaginal atribuído a uma condição crônica chamada atrofia vulvovaginal. Os sintomas incluem ressecamento da área e sensação de ardência. Infelizmente, a consciência sobre a condição é baixa entre as mulheres, apesar de causar um “impacto significativo sobre a saúde sexual e qualidade de vida”, descreve a especialista.
Sexo é bom para você 
Tratamentos efetivos e seguros para lidar com estes problemas estão disponíveis, escreve Rossella. Nos Estados Unidos, eles incluem estrogênio vaginal e ospemifene, uma pílula aprovada no ano passado pela Food and Drug Administration e vendida sob o nome Osphena.
Holly afirma que ela e os demais autores do estudo querem “enfatizar que só porque uma mulher de meia-idade vai ao médico com uma queixa sexual, o médico não deve automaticamente dizer que é uma parte normal do envelhecimento”, reforça.
Ela acredita que a questão mais importante do estudo é ajudar as pessoas a compreenderem que a vida sexual é uma parte importante da saúde física e mental. "Aquelas que são sexualmente ativas tendem a viver mais tempo e ter uma melhor qualidade de vida", finalizou.
Fonte : Terra

quinta-feira, 23 de março de 2017

RELACIONAMENTOS - O QUE BUSCAMOS NO OUTRO?


RELACIONAMENTOS - O QUE BUSCAMOS NO OUTRO?
(Por: Paulo Roberto Dantas)

Com frequência ouço pessoas que estão procurando um parceiro, um companheiro e quando tentado a perguntar o “por que”, ouço um “para que”. A resposta é muitas vezes: “para dividir problemas”. Porém, observo que os relacionamentos não se estabelecem com esta premissa.
Percebi ainda, que pessoas que já se estabeleceram profissionalmente e já passaram por relacionamentos, a busca é por alguém para dividir prazeres e, pelo incrível que pareça, é até um pouco mais difícil. É incrível, mas a dificuldade pode se apresentar maior para encontrar alguém para dividir prazeres do que problemas.
É bom lembrar que num relacionamento não se divide, soma-se. Se a busca se baseia em problemas, estes não serão divididos, mas somados. Se tens um problema e pensa em alguém para dividir, corre-se o risco de continuar com eles e adquirir o do outro.
Isso se dá porque depois de algum tempo normalmente aprendemos a conviver com muita das nossas limitações, ou os chamados “problemas”, se não quando já os resolvemos de alguma forma.
Relacionamentos não surgem para solucionar, esquecer ou fugir de algo que não conseguimos sozinhos. Tão pouco para aplacar a solidão que sentimos quando estamos só, mas poderá nos alimentar melhor quando sentimos a solidão mesmo estando cercado de pessoas. Relacionar é participar, é completar. Não é a busca de uma vida nova, mas o alcance da plenitude do que já vivemos de bom, é enriquecer um caminho que já vínhamos trilhando.
Tenho assistido muitos casamentos ultimamente, principalmente pelo fato de meus sobrinhos, e filhos de primos, que tem pouca diferença um do outro, alcançarem a idade que normalmente se contrai o matrimônio. Conheço as cerimônias de casamentos em algumas religiões. Creio que os noivos devem estar nervosos suficiente para não se ater nas palavras proferidas pelo interlocutor da igreja na celebração do casamento.
A impressão que me dá é que ali ambos os noivos estão contraindo uma “dívida”, que tem que ser saldada de qualquer forma, na saúde ou na doença, na alegria e na tristeza. Alguns até exemplificam que haverá brigas, desavenças, mau humor, etc. Acho inclusive muito semelhante quando alguém tem um filho, comumente e infelizmente, naquele apogeu de alegria que permeiam os jovens pais logo após o nascimento do esperado filho ouvem dos amigos: “acabaram suas noites de sossego, agora você vai ver como é difícil criar alguém”. E, se após um ano ou dois, você disser que seu procedente é comportado e não dá trabalho, pode ainda ouvir: “por enquanto, vai ver na adolescência”. E, se na adolescência, ele (ou ela) ainda não der preocupações suficiente, poderá ouvir: “vais ver na juventude”. Forma estranha esta de saudar uma dádiva que é a maternidade e paternidade.
Enfim, relacionamentos não são para resolver problemas, mas potencializar o prazer.
Paulo R Dantas

Fonte : Facebook

quarta-feira, 15 de março de 2017

OBSESSÃO MASCULINA POR PRÁTICA A N A L PODE REVELAR HOMOSSEXUALIDADE ENRUSTIDA DIZ ESTUDO

Para muita gente o sex0 an@l ainda é um tabu muito grande. O assunto, por ser pouco comentado, por causa de preconceitos, vive cercado de muitas dúvidas e alguns mitos. Mas enfim, há mulheres que adoram e outras que sequer pensam em tentar; e também há homens que adoram e vivem tentando e outros acabam por sempre praticarem de acordo com a vontade ou não de suas parceiras.
Neste artigo vamos tratar sobre uma pesquisa divulgada na edição de março pela revista Nature, comandada pela Doutora Mary Collins Scheer que diz que ” o homem ao investir em sexo anal, ou seja na posição corporal em seu inconsciente está projetando imagens de homens sendo s0d0mizad0s”. S0d0mizar = Cometer o ato com agressividade, mais praticado por homens mesmo.

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O que não falta na pesquisa da Doutora Mary, são polêmicas e espanto pelo contexto em si, que insiste em provar que este ato tanto insistido ou desejado pelos homens, nada mais é do que um ato h0m0ssexual enrustido dentro deles!
A Dra. Mary afirma categoricamente em sua tese, que esses homens que se dizem 100%  héteros e que praticam com frequência ou esboçam o desejo de praticar este ato, na verdade, eles estão transmitindo mensagens subliminares por estarem em conflito com a sua orientação sexu@l, ou seja, “la no fundo” não são 100% héteros.
Para a Dra. Scheer “o ato an@l possui um simbolismo de negação da anatomia feminina da parceira. É uma manifestação do inconsciente que projeta na fantasia  da circunstância homens no lugar onde está a mulher”.

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O estudo ainda aponta que existe uma repressão de desejos da parte do homem, fazendo não ter a coragem o suficiente para assumi-los, incluindo requintes de crueldade, então que a mulher o viva por ele!
E para finalizar, a pesquisadora, recomenda que as mulheres criem um ambiente de diálogo transparente entre o casal para que os homens possam se sentirem livres para assumir e viver os desejos sem o complexo de castração enrustido.Caso seu parceiro a assedie muito com este pedido sugira a ele um mé.n.a.ge masculino e crie ambiente para ele se permitir experimentar a alteridade na relação.
Fonte :  Menina de Argola

domingo, 12 de março de 2017

PESQUISA APONTA: MULHERES GORDINHAS SÃO MELHORES DE CAMA DO QUE AS MAGRAS

A fabricante de camas Silent Night, financiou uma Pesquisa que descobriu que os Homens acham que mulheres Gordinhas são mais boas de cama do que as magras.
Gordinhas neste estudo, quer dizer toda mulher que estão acima do peso, dos padrões estéticos de beleza do mundo da moda e da televisão.
O Estudo apontou que 89% dos homens pensam que ter uma parceira gordinha, é uma ideia que os encanta.
Mas a preferência não é só dos homens; 68% das Mulheres pesquisadas, disseram que homens pesados são melhores no Sexo.


No Estudo, os Pesquisadores também descobriram que as Gordinhas, fazem 5 vezes mais peripécias do que as magras na Cama.
Outra Pesquisa, feita pelo neurocientista Steven PlateK, do Georgia Gwinnet College, USA, descobriu que quando os homens olham para uma Mulher Curvilínea, ativa no seu cérebro, a mesma área que também é ativada, quando se está sob o efeito de droga ou álcool.
Durante a Tomografia Computadorizada, foram distribuídas fotos de mulheres magras e gordinhas. As gordinhas ativaram mais a área ligada ao Sentimento de Recompensa.
Segundo os cientistas, as curvas das Mulheres, estão diretamente associadas à fertilidade, geração de filhos e menor incidência de doenças.
O Estudo apontou que corpos roliços, ativam áreas cerebrais que concentram a atenção do Homem a Mulheres com potencial de serem boas reprodutoras.
Os cientistas disseram que mudanças na massa corporal somente ativam áreas associadas à Apreciação Visual e não à sensualidade.
Agora Você sabe. Antes de Começar a fazer dieta, pense bem se não vai perder junto com os quilinhos extras.